O uso da linguagem vem sendo aprimorado com o passar dos tempos. Após o aparecimento da internet e, consequentemente, das redes sociais, o “internetês” passou a ser muito difundido nas mais variadas formas, sem qualquer consonância às normas linguísticas cultas.
Muitas pessoas apresentam dificuldades para escrever corretamente. Além disso, usam esse tipo de linguagem de forma desordenada em todos os ambientes de convívio, já que passam muito tempo online.
A defasagem na educação, seja ela no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo, associada ao uso descontrolado de aparelhos eletrônicos atenuam os problemas. As palavras abreviadas, a ausência de acentuação gráfica e outros recursos facilitadores afastam cada vez mais as pessoas da linguagem cotidiana. A discussão é válida, pois muitos consideram isso como sendo analfabetismo digital.
A grande consequência disso é a descaracterização linguística, pois a facilidade de compreensão do idioma digital acaba por se tornar um grande desafio para as futuras gerações, pois precisam manter o padrão culto conexo à nova forma de interação entre os seres.
Por fim, devemos estar sempre à frente, avaliando essa nova forma de comunicação. Além do mais, parece muito mais fácil utilizar-se de métodos populares para transmitir nossas emoções. Não adianta fingir que será possível resistir a isso. Mostrar o que é certo ou errado na comunicação, influenciados por questões sociais, é o mote desafiador.
24/05/2017. Obs.: Este texto é um trabalho acadêmico.
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