Era o seu lugar favorito na sala,
A cadeira de sempre, vazia.
O relógio já não segue alguma escala,
E o silêncio que fala, um pouco sentia.
Suas memórias estão na estante,
O casaco no cabide, parado.
Lá fora há uma festa radiante,
Mas o meu portão segue trancado.
A saudade é forte em meu coração,
Uma ausência que se torna presença.
É procurar seu rosto na multidão,
E encontrar apenas a lembrança.
O tempo não apaga, só ensina
A suavizar a dor que consome.
A despedida, agora tão divina,
Saudade é o amor, não mais nome.
Muito bom! Parabéns.
ResponderExcluirObrigado!
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